
Nina
5 anos
Pergunta “e se…?” antes de todo mundo.

Histórias que acendem ideias
Uma coleção de livros ilustrados em que pensar com clareza acende luz. Cada história treina, sem virar aula, um jeito de pensar: pôr em ordem, partir em pedaços, prever, achar padrões, tentar de novo, classificar e ter curiosidade.
A ideia
Os 8 Jeitos de Acender
As habilidades vêm do que se chama pensamento computacional, mas sem tela de programação. Dentro da história elas ganham nome de criança. Tudo começa pela base: pedir com clareza.

Livro 1
Um robozinho acorda, sai do Farol para descobrir quem o chamou e descobre que o chefinho dele é quem está lendo.
“Respira. Olha. Pensa. Zum!”
Quem mora em Alumia

Um robozinho fofo que faz exatamente o que lhe pedem, ao pé da letra. Se o pedido vem embolado, ele erra de um jeito engraçado.
Ih, embaralhei…
Esse humor do literal faz rir e, de quebra, ensina a pedir com precisão. O “chefinho” do Lumi é a criança que está lendo.

5 anos
Pergunta “e se…?” antes de todo mundo.

6 anos
Observa bem antes de colocar a mão.

4 anos
A menor da turma, que sempre tenta de novo.

a maior bola de nós
Não é mau: só quer brincar e embola tudo.

vira-lata caramelo
Ajuda e diverte, mas quem pensa é a criança.

a avó do Farol
Constrói os Lumis na oficina do Farol.
Nina, Teo e Cacá são três crianças brasileiras que viajam juntas, e a liderança muda a cada livro. Em cada região, um guardião, bicho brasileiro, ensina um Jeito de Acender: Tatu Fila, Formiga Fê, Sapo Plic, Arara Lalá, Jabuti Jajá, Capivara Vivi e Quati Cadê.

Os valores
Nenhum livro precisa falar em voz alta. Está tudo na física de Alumia.
O ritual
Em Alumia, puxar um nó com raiva só aperta o nó. Por isso existe um ritual com gesto, que aparece em todo livro numa página quieta, quase sem texto. Experimente agora:
Respira. Olha. Pensa. Zum!
Um gesto que uma criança de 3 anos já consegue fazer para se acalmar antes de resolver algo.
Como cada livro ensina
A repetição deixa a criança antecipar o que vem, e antecipar já é pensar.
O Bagum passou e embolou a região.
Um bicho brasileiro apresenta o Jeito de Acender daquele livro.
Alguém pede algo confuso ao Lumi, que faz ao pé da letra. Dá tudo errado, e é engraçado.
As crianças tentam com o Jeito novo e ainda erram, sem castigo e com riso.
Uma página quieta, quase sem texto: Respira… Olha… Pensa…
Quem lidera ajusta o pensamento e acerta. Toda Dourada nasce de um erro ajustado.
O mundo volta a funcionar e o Bagum se desembola um pouquinho.
A Faísca voa até o Farol, uma estrela se acende e o mapa mostra para onde o Bagum rolou.
Leitura dialógica
Os livros foram desenhados para a leitura compartilhada em que o adulto faz perguntas abertas, devolve e amplia o que a criança respondeu (Whitehurst e colegas, 1988). Por isso:
“O que mais será que é feito de pedacinhos?”
“Por qual pedacinho você começaria?”
“O que a Dona Acendina podia ter dito pra torre não cair?”

A história da temporada
Na oficina do Farol, Dona Acendina termina um Lumi. Ele acorda e não faz nada, porque ninguém mandou. Curioso, sai pela Vila Acende perguntando de quem ele é. Na última página, ele olha para fora: o chefinho é quem lê. A criança dá o primeiro comando e a primeira Faísca voa ao Farol.
O Bagum rola de região em região, embolando tudo sem querer. Nina, Teo e Cacá seguem o rastro. Em cada lugar, um guardião ensina um Jeito de Acender e uma Faísca Dourada acende mais uma estrela no painel do Farol.
Onde o mapa acaba, as crianças descobrem que o Embaralho nunca acaba, porque ideias novas não param de chegar. As Faíscas Douradas reacendem o Farol e a luz revela ilhas novas no horizonte. O mundo nunca fica pronto, e isso é bom.
Tela, do jeito certo
O que preocupa pais e pediatras é a tela que deixa a criança passiva, só olhando, enquanto o próximo vídeo começa sozinho. Alumia foi feita para ser o contrário disso.
Na prática, Alumia funciona como um livro e um brinquedo, só que na tela. E é muitas vezes o primeiro contato da criança com a tecnologia: que ele seja de comandar, criar e pensar, e não de assistir passivamente. A primeira impressão fica.
Para os pequenos, a Organização Mundial da Saúde (2019) e a Academia Americana de Pediatria (2016) recomendam pouco tempo de tela, de preferência com um adulto junto e em conteúdo de qualidade. Alumia foi pensada para caber nesse pouco tempo e para ser usada junto.
A proposta
Um livro para a hora de dormir, com o adulto do lado. A conversa que nasce depois vale tanto quanto a história.
Cada aventura guarda um jeito de pensar. A criança aprende vivendo a história, sem perceber que está aprendendo.
Em Alumia, o erro é só um pedaço do caminho até a luz. Tudo com riso e sem castigo.
Depois dos livros, jogos em que a criança comanda o Lumi e acende novas Faíscas.
Ter em casa
A plataforma traz o mundo inteiro, com a coleção digital para ler lá dentro. A coleção impressa é para a estante e a hora de dormir.
Plataforma Alumia
R$ 259 por ano
Sai por R$ 21,58 por mês.
EsgotadoColeção impressa
R$ 749 coleção + 1 ano
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